PROIBIÇÃO
Nas asas do destino pousei
sem saber qual seria o meu
em estradas de águas caminhei
sem saber onde marear
Talvez... meu mar!
fagulhas de seu olhar!
sentimentos que afligem.
laços que se soltam?
primavera presente
outono desvanecido
fim de inverno
novo é ter você.
te desejar, proibida volúpia
te admirar aceitável é
sorriso intenso que quero ouvir
liberdade esperada.
e em meus sonhos, sonhar é possível
pois o impossível desconheço agora
diferente és eterna, como a flor que desnuda
entre salgueiros e cerejeiras
flor intensa, colorido radiante
formosa penetrante
palato sem fim.
Wagner Fonseca

Nenhum comentário:
Postar um comentário